{"id":865,"date":"2022-10-09T23:12:30","date_gmt":"2022-10-10T02:12:30","guid":{"rendered":"https:\/\/radio1.webunitystudio.site\/de-arruda-a-zema-a-a-z-da-campanha-no-brasil-diario-de-noticias\/"},"modified":"2022-10-09T23:12:30","modified_gmt":"2022-10-10T02:12:30","slug":"de-arruda-a-zema-a-a-z-da-campanha-no-brasil-diario-de-noticias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/de-arruda-a-zema-a-a-z-da-campanha-no-brasil-diario-de-noticias\/","title":{"rendered":"De Arruda a Zema. A a Z da campanha no Brasil &#8211; Di\u00e1rio de Not\u00edcias"},"content":{"rendered":"<p>Houve de tudo em 47 dias de combate entre Jair Bolsonaro, Lula da Silva e demais nove candidatos ao pleito deste domingo: alian\u00e7as improv\u00e1veis, v\u00eddeos virais, mortes de apoiantes, ataques religiosos, amea\u00e7as golpistas, pol\u00e9micas raciais, atentados \u00e0 moral e bons costumes, guerras em fam\u00edlia e, como antes de um jogo de futebol, muita press\u00e3o sobre a arbitragem do Tribunal Eleitoral. Uma press\u00e3o que deve continuar mesmo ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o&#8230;<br \/>\u00a9\u00a0Ilustra\u00e7\u00e3o: Rui Leit\u00e3o<br \/><strong>A de Arruda<\/strong><br \/>  De entre as centenas de epis\u00f3dios de viol\u00eancia em campanha, o mais chocante, por ter sido filmado por cam\u00e2ras de seguran\u00e7a, vitimou Marcelo Arruda, tesoureiro do PT em Foz do Igua\u00e7u, assassinado a tiro durante a festa de anivers\u00e1rio de 50 anos, ao lado da fam\u00edlia e amigos, por um invasor bolsonarista.<br \/><a href=\"\/i\/15217941.html\"><span>internacional.\u00a0<\/span>Candidatos j\u00e1 votaram: Lula quer recuperar o Brasil &#8220;feliz&#8221; e Bolsonaro fala em elei\u00e7\u00f5es limpas<\/a><br \/><a href=\"\/i\/15218681.html\"><span>internacional.\u00a0<\/span>Segunda volta das presidenciais brasileiras a 30 de outubro<\/a><br \/><a href=\"\/i\/15218859.html\"><span>internacional.\u00a0<\/span>Ind\u00edgenas viajam de lancha para votar em Lula<\/a><br \/><strong>B de Bolsonarismo<\/strong><br \/>  O que \u00e9, afinal, o &#8220;bolsonarismo&#8221;, corrente que re\u00fane de \u00f3rf\u00e3os do moderado PSDB a f\u00e3s da ditadura, passando por terraplanistas? O tempo dir\u00e1. Mas o \u00faltimo neologismo da pol\u00edtica brasileira, mesmo em caso de derrota, &#8220;continuar\u00e1 existindo&#8221;, prev\u00ea o insuspeito Lula. Polit\u00f3logos anteveem, entretanto, um processo de canibalismo entre as suas principais correntes.<br \/><strong>C de C\u00e1ssio Cenali<\/strong><br \/>  Cada elei\u00e7\u00e3o no Brasil tem uma palavra tema: a de 2018 come\u00e7ava por um C, de Corrup\u00e7\u00e3o. A de 2022 tamb\u00e9m: o C, de Comida. O v\u00eddeo gravado por Cassio Cenali, o patr\u00e3o bolsonarista com dois C como iniciais que negou uma marmita de arroz e feij\u00e3o \u00e0 faminta Ilza Rodrigues, apenas por ela ser lulista, resumiu, com requintes de sadismo, o tema de campanha.<br \/>                  Subscreva as newsletters <strong>Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/strong> e receba as informa\u00e7\u00f5es em primeira m\u00e3o.                <br \/><strong>D de Datapovo<\/strong><br \/>  O principal instituto de sondagens do Brasil, o Datafolha, assim como todas as outras empresas concorrentes cred\u00edveis, foi dando consistentemente Lula em primeiro lugar e Bolsonaro em segundo, para ira dos apoiantes deste \u00faltimo, que responderam aos n\u00fameros com os registos fotogr\u00e1ficos das manifesta\u00e7\u00f5es a favor do presidente, chamando-os de &#8220;Datapovo&#8221;.<br \/><strong>E de Ey, Ey, Eymael<\/strong><br \/>  &#8220;Lula L\u00e1, Sem Medo de Ser Feliz&#8221;, por ser o tema de campanha do l\u00edder das sondagens, andou na boca de muita gente. Mas o slogan mais famoso do Brasil \u00e9 o recorrente &#8220;Ey, Ey, Eymael, um democrata crist\u00e3o&#8221;, do Constituinte Eymael, candidato \u00e0 presid\u00eancia pela sexta vez consecutiva. Em 2018, Eymael teve 0,04% mas ent\u00e3o, como agora, disse &#8220;ver sinais&#8221; de que estaria a disputar a segunda volta.<br \/><strong>F de Frente Ampla <\/strong><br \/>  Para encurralar Bolsonaro num extremo, Lula come\u00e7ou por convidar o ex-advers\u00e1rio Geraldo Alckmin [ver letra P] para vice. Depois juntaram-se a ambientalista Marina Silva e o banqueiro Henrique Meirelles, ambos candidatos em 2018. Mais tarde, at\u00e9 Joaquim Barbosa, o austero juiz do Mensal\u00e3o do PT, e Reale Junior, um dos subscritores do impeachment de Dilma. Mesmo Faria Lima, tamb\u00e9m com F, esp\u00e9cie de Wall Street brasileira, se reuniu com o ex-sindicalista e saiu a sorrir. Por falar na letra F, Fernando Henrique Cardoso (FHC), himself, deu a entender, em nota, estar com o velho rival, apesar de o seu PSDB apoiar Simone Tebet.<br \/><strong>G de Guerra Santa<\/strong><br \/>  Quando um dos candidatos tem como mote &#8220;Deus, P\u00e1tria, Fam\u00edlia e Liberdade&#8221; e viaja sempre acompanhado de um pastor, a religi\u00e3o necessariamente entra na campanha, at\u00e9 porque o Brasil \u00e9sqx o pa\u00eds com mais cat\u00f3licos e o segundo pa\u00eds com mais protestantes do mundo. Grosso modo, muito grosso modo mesmo, os primeiros votam Lula, os segundos Bolsonaro.<br \/><strong>H de Haddad<\/strong><br \/>  Nem s\u00f3 da corrida ao Planalto vivem as elei\u00e7\u00f5es brasileiras. H\u00e1 1607 vagas a preencher, executivas e legislativas, entre as quais a de governador de S\u00e3o Paulo, onde um ter\u00e7o do PIB do pa\u00eds se concentra. L\u00e1, trava-se uma disputa em forma de tubo de ensaio para 2026 entre Fernando Haddad, o delfim de Lula, e Tarc\u00edsio Freitas, o delfim de Bolsonaro.<br \/>Fernando Haddad<br \/>\u00a9\u00a0Miguel SCHINCARIOL \/ AFP<br \/><strong>I de Imbrox\u00e1vel<\/strong><br \/>  Quis o destino que as comemora\u00e7\u00f5es dos 200 Anos da Independ\u00eancia do Brasil ocorressem durante uma campanha. Nelas, Bolsonaro, presidente e candidato (muito mais candidato do que presidente), chamou Lula de ladr\u00e3o, comparou o f\u00edsico das mulheres de ambos e puxou o coro &#8220;imbrox\u00e1vel&#8221; para constrangimento geral.<br \/><strong>J de Jefferson<\/strong><br \/>  Tr\u00eas candidatos n\u00e3o chegaram \u00e0 meta. Pablo Mar\u00e7al, um coach cujo partido, PROS, decidiu apoiar Lula \u00e0 \u00faltima hora, Andr\u00e9 Janones, que chegou a 2% nas pesquisas, mas abdicou para se tornar um nervoso apoiante do antigo presidente, e Roberto Jefferson, ineleg\u00edvel por quest\u00f5es penais. Sem Jefferson, o Brasil p\u00f4de conhecer o seu exc\u00eantrico substituto, o padre Kelmon (que n\u00e3o \u00e9 padre), auxiliar de Bolsonaro nos debates.<br \/><strong>K de Kid Bengala<\/strong><br \/>  Por falar em K, de Kelmon, outro K chamou a aten\u00e7\u00e3o: o candidato a deputado Kid Bengala, um ex-ator pornogr\u00e1fico cujo slogan &#8220;vou meter o pau nessa bagun\u00e7a&#8221; foi vetado por atentado aos bons costumes. Ainda no K, Lula indignou os bolsonaristas ao comparar as manifesta\u00e7\u00f5es deles, no 7 de Setembro, com reuni\u00f5es do infame Ku Klux Klan.<br \/><strong>L de L<\/strong><br \/>  Se em 2018 se falou de corrup\u00e7\u00e3o e em 2022 se fala de comida, em 2018 o gesto da moda era a &#8220;arminha&#8221;, pr\u00f3-Bolsonaro, e em 2022 o &#8220;L&#8221;, pr\u00f3-Lula. Por coincid\u00eancia, em ambos os gestos se estica o indicador e o polegar e se mant\u00e9m os restantes dedos contra\u00eddos, a diferen\u00e7a est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o que se d\u00e1.<br \/><strong>M de Michelle<\/strong><br \/>  Para cativar as mulheres, Bolsonaro convocou a primeira-dama para a campanha. Ela fez-se notar pelo vestido levado ao enterro de Isabel II, por chamar a atriz lulista Bruna Marquezine de feia e vulgar, por pedir jejum por Jesus num pa\u00eds onde 33 milh\u00f5es passam fome e por se ter envolvido em discuss\u00e3o com a ex do marido, Cristina, e o filho desta, Jair Renan, sobre quem merecia usar o apelido &#8220;Bolsonaro&#8221;.<br \/>Michelle Bolsonaro<br \/>\u00a9\u00a0Sergio Lima \/ AFP<br \/><strong>N de Nona <\/strong><br \/>  Desde a redemocratiza\u00e7\u00e3o, em 1985, houve oito presidenciais. Na primeira, Collor de Mello bateu Lula, na segunda e na terceira FHC venceu o ex-sindicalista, na quarta e na quinta, este superou Jos\u00e9 Serra, primeiro, e Geraldo Alckmin, depois, na sexta e na s\u00e9tima, Dilma ganhou ao repetente Serra e a A\u00e9cio Neves. A oitava, h\u00e1 quatro anos, viu Bolsonaro superar Haddad.<br \/><strong>O de Obrigat\u00f3rio<\/strong><br \/>  O voto no Brasil \u00e9 obrigat\u00f3rio &#8211; quem n\u00e3o cumprir o dever, pode ter at\u00e9 empr\u00e9stimos banc\u00e1rios negados. \u00c9 tamb\u00e9m eletr\u00f3nico &#8211; o eleitor digita o n\u00famero correspondente a cada um dos candidatos (Lula \u00e9 o 13, Bolsonaro o 22), al\u00e9m de escolher governador, senador e deputados federal e estadual. E ser\u00e1, pela primeira vez este ano, simult\u00e2neo &#8211; apesar dos tr\u00eas fusos no pa\u00eds, todas as urnas encerram \u00e0s 17.00 horas de Bras\u00edlia, 21.00 horas em Lisboa.<br \/><strong>P de Picol\u00e9 de Chuchu <\/strong><br \/>  Em 2006, o PT cunhou em Geraldo Alckmin, o ent\u00e3o candidato do PSDB, a alcunha &#8220;Picol\u00e9 de chuchu&#8221; pela suposta falta de carisma do rival de Lula. Passados 16 anos, Lula e Alckmin est\u00e3o lado a lado, como candidatos a presidente e vice. &#8220;O prato do ano no Brasil \u00e9 Lula com Chuchu&#8221;, resumiu Alckmin. Bolsonaro, por sua vez, namorou Tereza Cristina, a ministra da Agricultura, para somar apoios femininos, Gilson Machado, ministro do Turismo e sanfoneiro nas horas vagas, para somar apoios no nordeste, mas acabou nos bra\u00e7os fardados de Braga Netto, outro general, depois de Hamilton Mour\u00e3o, em 2018, como candidato a vice.<br \/><strong>Q de Quilombolas<\/strong><br \/>  Ainda que a popula\u00e7\u00e3o brasileira seja composta por 56% de pretos e pardos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), no Congresso apenas 17,8% dos parlamentares s\u00e3o negros. E n\u00e3o h\u00e1 nenhum quilombola &#8211; habitante de um dos seis mil quilombos, povoa\u00e7\u00f5es de escravos fugidos da escravid\u00e3o, ainda existentes no pa\u00eds. Por enquanto: este ano foram lan\u00e7adas 17 candidaturas quilombolas a deputados em 13 estados.<br \/><strong>R de Ra\u00e7a<\/strong><br \/>  Por falar em ra\u00e7a, os candidatos devem declarar a qual pertencem: branco, preto, pardo&#8230; Ant\u00f4nio Carlos Magalh\u00e3es Neto [ACM Neto], candidato ao governo da Bahia, apesar de branco, declarou-se pardo. Os rivais chamaram-no &#8220;afroconveniente&#8221; e acusaram-no de fazer bronzeamento artificial durante a campanha. Ele respondeu que est\u00e1 queimado por causa das arruadas.<br \/><strong>S de Sergio Moro<\/strong><br \/>  ACM Neto \u00e9 um dos l\u00edderes do Uni\u00e3o Brasil, para o qual migrou o ex-ministro Sergio Moro j\u00e1 a meio da pr\u00e9-campanha, convencido de que seria candidato presidencial. Acabou a lutar por vaga no Senado. Para o Planalto, o Uni\u00e3o come\u00e7ou por apresentar Luciano Bivar, mas decidiu-se pela bolsonarista arrependida Soraya Thronicke.<br \/>Sergio Moro<br \/>\u00a9\u00a0Leonardo Negr\u00e3o\/Global Imagens<br \/><strong>T de Terceira Via<\/strong><br \/>  Por meses, a imprensa especulou sobre o candidato da terceira via, a alternativa a Bolsonaro e Lula. Percorreu quase todo o abeced\u00e1rio, de apresentadores de TV, como Luciano Huck, a ex-ministros bolsonaristas, como Sergio Moro e Luiz Henrique Mandetta, passando por bar\u00f5es do PSDB, como Jo\u00e3o Doria ou Eduardo Leite, at\u00e9 chegar \u00e0 letra T, de Tebet. A senadora, entretanto, segue em quarto nas sondagens empatada com Ciro Gomes.<br \/><strong>U de \u00datil<\/strong><br \/>  Ciro Gomes come\u00e7ou por fazer de Bolsonaro o principal alvo, depois trocou-o por Lula e acabou a vociferar contra o &#8220;voto \u00fatil&#8221;. Uma batalha perdida, tendo em conta que at\u00e9 os seus irm\u00e3os Cid e Ivo Gomes trocaram de lado no Cear\u00e1, estado natal da fam\u00edlia.<br \/><strong>V de Vera Magalh\u00e3es<\/strong><br \/>  Os jornalistas n\u00e3o s\u00e3o not\u00edcia, mas Vera Magalh\u00e3es, chamada num debate de &#8220;maior vergonha do jornalismo brasileiro&#8221; por Bolsonaro e piv\u00f4 de uma briga entre um deputado, que a filmava e amea\u00e7ava, e um diretor de televis\u00e3o, que a defendeu atirando o telem\u00f3vel para longe, acabou involunt\u00e1ria protagonista da campanha.<br \/><strong>W de Windsor<\/strong><br \/>  Quando o Brasil ainda sacudia a poeira do discurso do &#8220;imbrox\u00e1vel&#8221; no 7 de Setembro, j\u00e1 Bolsonaro voava para o enterro de Isabel II, em Windsor, onde, da varanda do hotel, atacou a ideologia de g\u00e9nero e as esquerdas sobre o caix\u00e3o da rainha. A seguir foi \u00e0 ONU ouvir Joe Biden exigir que o resultado das urnas brasileiras fosse respeitado, sem Capi- t\u00f3lios tropicais.<br \/><strong>X de Xand\u00e3o<\/strong><br \/>  Apresentados os jogadores, eis o \u00e1rbitro: Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Eleitoral (TSE). O juiz do Supremo, ministro da justi\u00e7a no Governo Temer, tem defendido o voto eletr\u00f3nico e combatido as not\u00edcias falsas, raz\u00e3o pela qual os bolsonaristas o detestam e os lulistas o aplaudem, ao ponto de o alcunharem, nas redes sociais, com o aumentativo Xand\u00e3o. Se em 2018, as fake news se centravam na moral &#8211; Haddad, diziam, ia instituir a &#8220;mamadeira de piroca&#8221; [biberon de pirilau] para combater a homofobia &#8211; em 2022 foca em mal amanhadas aldrabices sobre os riscos das urnas eletr\u00f3nicas.<br \/><strong>Y de Youtube<\/strong><br \/>  Nem s\u00f3 Bolsonaro protesta, no entanto: a campanha de Lula queixou-se no TSE de que o algoritmo do YouTube privilegia a exposi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos pr\u00f3-Bolsonaro ao partilhar conte\u00fado da Jovem Pan, grupo de comunica\u00e7\u00e3o simp\u00e1tico ao governo chamado pelas esquerdas de &#8220;Jovem Klan&#8221;.<br \/><strong>Z de Zema<\/strong><br \/>  Diz-se no Brasil que os mineiros &#8220;comem pelas beiradas&#8221;, isto \u00e9, chegam aos objetivos devagar e discretamente. \u00c9 o caso de Romeu Zema (Novo), perto da reelei\u00e7\u00e3o no governo de Minas Gerais, segundo maior col\u00e9gio eleitoral do pa\u00eds, e pronto para herdar nas presidenciais de 2026 os despojos da direita, em caso de derrota de Bolsonaro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/internacional\/de-arruda-a-zema-a-a-z-da-campanha-no-brasil-15216900.html\">source<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Houve de tudo em 47 dias de combate entre Jair Bolsonaro, Lula da Silva e demais nove candidatos ao pleito deste domingo: alian\u00e7as improv\u00e1veis, v\u00eddeos virais, mortes de apoiantes, ataques religiosos, amea\u00e7as golpistas, pol\u00e9micas raciais, atentados \u00e0 moral e bons costumes, guerras em fam\u00edlia e, como antes de um jogo de futebol, muita press\u00e3o sobre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":866,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-865","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/865","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=865"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/865\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/866"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=865"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=865"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radio.radioempresabrasil.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=865"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}